Mostrando postagens com marcador dicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dicas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Sobre fraldas e afins...

Depois de tirar as teias de aranha que infestavam o blog (rsrsrsrsrs) escrevo sobre minhas vastas experiências em fraldas e afins. Antes da Suzanna nascer eu pesquisei bastante sobre produtos para bebês, queria saber quais os melhores na opinião de mamães mais experientes e assim conheci alguns blogs com dicas muito interessantes e também o EF que é simplesmente maravilhoso e me ajudou bastante em diversas ocasiões. Um desses blogs que visito com frequencia é o vidamaterna.com que é escrito por várias mamães, nele encontrei informações sobre diversos produtos e um post maravilhoso sobre fraldas!!! Assim, através da experiência dividida por essas mamães eu fui testando e aprovando, ou não, alguns produtos existente no mercado. Agora, divido com vocês a minha própria experiência.

Sabonetes e Shampoos:
Testei vários: Natura, Avon, Granado, Boti, Turma da Monica e Johnson Baby
Natura - Achei o cheiro muito forte e enjoativo, todos os produtos da linha Mamãe e Bebê tem o mesmo cheiro, o que não facilitou em nada. Tenho sabonete, shampoo, hidratante, óleo vegetal... uso esporadicamente para apreciar melhor o cheirinho, que apesar de tudo acho gostoso.
Avon - Gostei muito do cheiro e da embalagem, é um cheirinho bem agradável e mais suave.
Granado - Usei o amarelo (acho que é neutro) e o de lavanda (lilás). o cheiro do amarelo não é agradável, achei bastante enjoativo, usei por recomendação da pediatra, já o de lavanda tem um cheiro forte mas é uma delícia. O único problema é a embalagem, as vezes a gente não acerta direito o ponto e ela emperra.
Boti - Suzanna ganhou um do Titio Cássio e eu amei! tem um cheirinho muito bom e achei a embalagem muito bonita e prática.
Johnsons Cabeça aos pés - Adoro esse sabonete!!! adoro o cheirinho dele. É com certeza o meu preferido.
Turma da Mônica - usei o de camomila e aloe e vera e detestei!!! o cheiro é muito desagradável. eu banhava a Suh e ela não ficava nada cheirosa! só gostei mesmo da embalagem, achei bonitinha.

Por hoje é só, depois falarei sobre os outros produtos que testamos por aqui.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O Primeiro Resfriado do Bebê

Desde ontem a Suzannah está gripadinha... tossindo, espirrando e narizinho escorrendo. Dá uma dó! Ela fica impaciente porque o nariz coça. Não quis dormir no berço e deu muito trabalho para dormir comigo na rede... já eram duas da manhã quando ela adormeceu e duas e meia quando eu consegui cair no sono. Volta e meia ela se mexia e eu acordava na hora pois estava preocupada se o narizinho dela não entupia. Foi uma noite daquelas dormida aos pedaços! Adoraria poder tirar esse resfriado da minha filhinha!
Hoje falei com o Pediatra sobre o que fazer nessas situações e ele me recomendou:
Levar a emergencia em caso de febre alta e falta de apetite.
Lavar o nariz com soro fisiológico.

Pesquisando na Net encontrei essas informações e vim aqui dividir com vocês.
Devido ao sistema imunológico imaturo é bem provável que o bebê tenha entre oito e dez resfriados só nos dois primeiros anos de vida, em especial entre os 6 meses (quando diminui a proteção do leite materno) e os 2 ou 3 anos.

Qual é a causa do resfriado?

O resfriado é uma infecção das vias respiratórias superiores, causada por vários tipos de vírus. O modo de contágio mais comum é através de gotículas de saliva. Quando alguém espirra, libera as gotículas no ar, e elas são aspiradas por outra pessoa. O vírus também pode ser transmitido pelo contato das mãos, portanto sempre lave as mãos depois de assoar o nariz. 

Quais os sintomas do resfriado em bebês?

Quando resfriado, o bebê pode ter febre. Pode apresentar tosse, olhos vermelhos, nariz escorrendo e dor de garganta. A criança costuma ficar irritada e sem apetite. Quando têm menos de 6 meses, os bebês têm dificuldade de mamar se estiverem com o nariz entupido. Dormir na posição horizontal pode deixá-lo mais congestionado ainda, portanto tente mantê-lo com a cabeça mais elevada, no colo ou no carrinho. Se deixar no berço, dobre um cobertor pequeno ou uma toalha e coloque-o embaixo do colchão na parte da cabeça, para elevá-la um pouco. 
 

Quanto tempo dura um resfriado?

Na maioria dos casos, os sintomas começam a melhorar entre três e dez dias, mas em bebês muito pequenos podem durar até duas semanas. 

Há alguma coisa que eu possa fazer para meu filho não ficar resfriado?

A amamentação é um dos melhores meios de reforçar a saúde do seu filho, já que junto com o leite materno ele recebe seus anticorpos. Não se trata de uma fórmula mágica para impedir que o bebê se resfrie, afinal bebês que só mamam no peito também ficam com o nariz escorrendo e entupido, mas os sintomas costumam ser mais leves. Você também pode tentar proteger seu filho mantendo-o longe de pessoas doentes e pedindo aos familiares que lavem bem as mãos antes de pegar o bebê no colo ou mexer nas coisas dele.

O que faço para tratar o resfriado?

  • Faça com que seu filho tome bastante líquido e o deixe descansar.
  • Dê o antitérmico se seu filho estiver claramente desconfortável e com febre.
  • Nunca administre remédios antigripais ou descongestionantes por conta própria para o bebê.
  • Coloque uma toalha dobrada ou um cobertor pequeno debaixo do colchão do berço, na parte da cabeça, para deixá-la mais elevada.
  • Use soro fisiológico para aliviar a congestão nasal. Existem aspiradores nasais, disponíveis nas farmácias, que tiram o catarro do nariz do bebê por sucção.Para fazer isso, você precisa pressionar o bulbo de borracha, colocar a ponta do aspirador na narina do bebê e tampar a outra narina, ao mesmo tempo em que solta o bulbo para criar a sucção. Funciona, mas o bebê provavelmente vai odiar você com todas as suas forças naquele momento (mas depois provavelmente ficará aliviado).
  • Se seu filho está com o nariz entupido mas não tem nenhum outro sintoma, dê uma olhada nas narinas dele para ver se ele não enfiou nenhum objeto estranho nelas. 

Quando é preciso procurar o médico

Se seu filho tem menos de 3 meses, procure o médico ao primeiro sinal de que ele não está bem. No caso de bebês mais velhos, ligue para o pediatra ou o leve ao médico se:
• o resfriado não melhorar depois de cinco dias
• se ele tiver febre de mais de 38 graus
• se ele tiver dificuldade para respirar, chiadeira no peito, tosse persistente, catarro verde ou sinais de dor de ouvido

Fonte: BrasilBabyCenter
Para maiores informações clique aqui.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Livros Infantis Grátis!

O Itaú está oferecendo uma coleção de livros infantis grátis. Para recebê-los é necessário fazer o cadastro aqui e aguardar o envio pelos Correios. Já fiz meu cadastro!!!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Ensinando o Bebê a Sentar

Embora eu acreditasse que bebês aprendem a sentar sozinhos, isso não é verdade! Temos que incentivá-los e treiná-los para que por fim consigam realizar o feito sozinhos. Um bebê pode ficar sentado sozinho e ainda não ter aprendido a sentar-se por si só, que é a segunda parte dessa importante conquista. Fuçando pela net eu encontrei uma matéria da Revista Crescer que fala sobre esse assunto.

"Apesar de sentar depender da maturação neurológica, o bebê pode ser estimulado a isso a partir dos 4 meses. Outra forma de estimular seu bebê é colocá-lo no colo, sentado de frente para você, segurando-o pelas axilas. Devagar, podem brincar de serra-serra, aquele movimento de balançar a criança para trás e para frente. Além de curtir, ela vai forçar o pescoço e tentar se manter ereta. "Com o movimento, ela manda ao cérebro a informação de como deve ser sua postura", diz Denise Marmo, professora de pediatria da Unicamp. O estímulo não traz vantagem alguma antes do quarto mês, porque o bebê não tem condições neurológicas de absorver a informação. "O treinamento de qualquer função só tem sentido se o cérebro pode processar a atividade", explica Saul Cypel, neuropediatra do Hospital Albert Einstein, de São Paulo."

Caso se interesse você pode ler mais sobre o assunto aqui.


domingo, 15 de abril de 2012

Calendário de Vacinação do Bebê

Vacinar seu filho é a melhor forma de protegê-lo de doenças graves.

As vacinas recomendadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria são um complemento, mas o Programa Nacional de Imunizações, do governo é bastante abrangente, portanto seu filho estará bem protegido se tomar todas as vacinas do calendário oficial. Vacinas dadas nos postos de saúde são seguras e eficazes.

Obs: Bebês prematuros, com necessidades especiais ou portadores de doenças crônicas podem ter recomendações especiais de vacinação. Consulte sempre o pediatra.

Cronograma de vacinação recomendado para Suzannah Beatriz:

Novembro/2011 - Ao nascer
                                     
Públicas: BCG / Hepatite B
·  BCG: Dose única, contra as formas mais graves de tuberculose. Dada gratuitamente em postos de saúde e maternidades públicas. Recomenda-se que seja aplicada no primeiro mês de vida.
Modo de aplicação: Picada no braço direito (aplicação intradérmica). A ferida que se forma é normal e esperada. Vai formar uma cicatriz. Qualquer lesão mais significativa deve ser avaliada pelo pediatra.
·  Hepatite B: Primeira dose do total de três. Dada de preferência nas primeiras 12 horas de vida, na maternidade, ou então logo depois da alta. É gratuita em maternidades públicas e postos de saúde. Quando a mãe é portadora do vírus da hepatite B, a vacina é dada logo depois do nascimento.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular). 

O que devo fazer para aliviar a dor da vacina BCG?

A vacina BCG (contra a tuberculose) é intradérmica, ou seja, aplicada com uma agulha bem fina na própria espessura da pele, causando apenas um leve ardor na hora da imunização. Somente semanas depois é que começa a chamada reação da BCG, com inflamação local e saída eventual de secreção (como uma grande espinha).

A ferida é esperada e necessária. Pode durar alguns dias ou até algumas semanas, mas, geralmente, não há dor no local da picada. Se se formou só uma bolinha de pus, com alguns milímetros de diâmetro ou até 1 cm, então provavelmente não é esta a causa do choro do bebê.
 
Algumas crianças podem apresentar uma reação mais intensa, com uma ferida purulenta bem maior, e até vir a ter gânglios ("íngua") na região das axilas. Nesses casos, muito pouco frequentes, é necessário procurar o médico e tomar antibióticos dirigidos ao bacilo vacinal.

Também pode haver uma infecção secundária no local da aplicação. Se tiver dúvida, leve o bebê ao médico, porque só ele pode saber exatamente o que está acontecendo.

Existe apenas uma situação bem mais alarmante (e rara) em relação à BCG, e não se trata de dor local: bebês com deficiência da imunidade celular podem apresentar uma grave infecção pelo bacilo da vacina e precisam ser tratados imediatamente.

Na grande maioria dos bebês, porém, cuidados locais, com lavagem na hora do banho, são suficientes para lidar com a feridinha que se forma, a qual será acompanhada pelo pediatra nas consultas de rotina. 

Suzannah não demonstrou sentir dor no local da BCG.

Dezembro/2011 - 1 mês

Pública: Hepatite B
·  Hepatite B: Segunda dose do total de três. Dada 30 dias depois da primeira dose. É gratuita em postos de saúde. Na rede particular, alguns médicos preferem dar esta dose aos 2 meses, numa combinação com outras vacinas na mesma picada.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

Janeiro/2012 - 2 meses

Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Rotavírus / Pneumocócica conjugada 10-valente
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio inativada ou / DPaT + Hib + Pólio inativada + Hepatite B / Rotavírus pentavalente / Pneumocócica conjugada 13-valente
·  DTP + Hib: Primeira dose. Contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, no entanto, quando possível, a versão tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais. Ela está combinada com outras vacinas, reduzindo o número de picadas. Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
·  Pólio: Primeira dose. Previne a poliomielite, ou paralisia infantil. A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas primeiras doses, a versão pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação com a DPaT com Hib e às vezes com a da Hepatite B (pentavalente ou hexavalente), todas na mesma agulhada.
Modo de aplicação: A vacina oral (Sabin) é em forma de gotinha. Já a Salk é dada com picada no músculo da lateral da coxa, dentro da formulação 5-valente ou 6-valente.
·  Rotavírus: Primeira dose. Evita infecções pelo rotavírus, que causa vômito e diarreia. A vacina monovalente é dada de graça nos postos de saúde. Na rede particular, também existe uma versão que protege contra mais tipos de vírus, mas o esquema completo será de três doses, em vez de duas.
Modo de aplicação: gotinhas.
·  Pneumocócica conjugada: Primeira dose. Evita alguns tipos de pneumonia e outras doenças causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010, portanto é gratuita. A da rede pública é contra 10 tipos da bactéria. Na rede particular existe uma versão que evita 13 tipos de bactéria (13-valente). O pediatra pode preferir dar esta vacina aos 3, 5 e 7 meses.
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular). 

Há vacinas que são mais doloridas ou dão mais reação no bebê que outras?

"Teoricamente, qualquer vacina pode provocar reações adversas, como febre, dor local ou irritabilidade, além de outros sintomas, mas isso tende a ocorrer mais com a tríplice bacteriana (DTP), a meningocócica e a pneumocócica", explica o pediatra Fábio Picchi Martins, do Conselho Médico do BabyCenter. 

Se tiver qualquer dúvida sobre algum sintoma do seu filho, é sempre melhor procurar o médico e pedir uma orientação, mesmo que seja só por telefone.
De qualquer jeito, programe-se para ter tempo e dar bastante atenção ao bebê no dia da vacina. Mesmo que ele não tenha sintomas como febre, é possível que ele fique chatinho e irritado, e aí vale dar bastante colo e carinho até o desconforto passar. 

Suzannah ficou um pouquinho irritada no primeiro dia após a vacina. Não teve febre.
 
Fevereiro/2012 - 3 meses

Pública: Meningococo C conjugada
·  Meningococo C conjugada: Primeira dose. Protege contra a meningite e outras doenças disseminadas pela bactéria chamada meningococo C. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Desde 2010 é aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).

Março/2012 - 4 meses

Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Rotavírus / Pneumocócica conjugada 10-valente
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio inativada / Rotavírus pentavalente / Pneumocócica conjugada 13-valente


Segunda dose das vacinas aplicadas aos 2 meses. Se o bebê teve reação ou ficou incomodado com a primeira dose, não necessariamente o problema se repetirá, mas é possível que aconteça. Siga as orientações do pediatra.
·  DTP + Hib: Segunda dose. Contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, quando possível, a versão da tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais. Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde. Não é obrigatório tomar o mesmo tipo da primeira dose, embora seja recomendável.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
·  Pólio: Segunda dose. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas primeiras doses, a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação com a DPat+Hib (pentavalente). O ideal é tomar do mesmo tipo da primeira dose, mas não há problema se for do outro tipo.
Modo de aplicação: A Sabin é oral, em forma de gotinhas. Já a Salk é aplicada junto com a pentavalente, numa picada só, no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
·  Rotavírus: Segunda dose. Evita infecções pelo rotavírus, que causa vômito e diarreia. É dada de graça nos postos de saúde (esquema total de duas doses, aos 2 e 4 meses). Na rede particular, existe uma versão que protege contra mais tipos de vírus, mas o esquema completo será de três doses (aos 2, 4 e 6 meses). É preciso repetir a mesma versão de vacina entre a primeira e a segunda dose.
Modo de aplicação: gotinha.
·  Pneumocócica: Segunda dose. Previne alguns tipos de pneumonia e infecções causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010. Como existe mais de um tipo, é preciso dar o mesmo tipo da primeira dose (atenção se tiver dado a primeira dose na rede privada e quiser passar para a particular, ou vice-versa).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

Suzannah teve mais reações dessa vez. Ficou abusadinha no 1º dia e teve febre até o 2° dia. Perninha da tetra ficou um pouco inchada apesar das compressas com água gelada.
 
Abril/2012 - 5 meses

Pública: Meningococo C conjugada
·  Meningococo C conjugada: Segunda dose. Protege contra a meningite e outras doenças. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Desde 2010 é aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa.

O BabyCenter oferece para você um calendário completo de vacinação, com base no Programa Nacional de Imunizações, do governo brasileiro, e nas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria. Veja aqui.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Como deixar a casa segura para a chegada do bebê


Se você acabou de engravidar, anote mais um item na lista de enxoval: segurança. Isso inclui desde berços com certificado a medidas simples como vigiar a criança no trocador. Desde já, tenha em mente que todo cuidado é pouco. A seguir, Alessandra Françoia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura, dá dicas aos pais de primeira viagem.
CRESCER - Qual o primeiro cuidado que os pais devem ter antes de trazer o bebê para casa?
Alessandra Françoia -
A primeira medida diz respeito ao berço: antes de comprá-lo, é preciso verificar se o produto tem o selo do Inmetro. O selo leva em conta, entre outras coisas, as medidas entre as barras laterais (o ideal são 6 cm) e a qualidade da tinta. Outro cuidado importante é manter o berço sempre livre de objetos macios. Protetores de berço, travesseiro e bichos de pelúcia não são aconselhados, pois podem causar sufocação.
CRESCER - O móbile pode ficar?
Alessandra Françoia -
Sim. É um ótimo estímulo para o bebê. Mas é preciso ficar atento à altura do brinquedo. Como a maioria contém cordões e partes pequenas, deve ser colocado bem alto. Depois que a criança conseguir ficar em pé no berço, é melhor retirá-lo.
CRESCER - A posição que o bebê é colocado no berço também deve ser levada em conta?
Alessandra Françoia -
Bebês saudáveis devem dormir de barriga para cima, cobertos até a altura do peito com coberta ou lençol presos sob o colchão. Nessa posição, eles estão com 100% dos reflexos aptos, é mais confortável e não têm o risco de se virar de barriga para baixo e se sufocar. À medida que o bebê for crescendo, também é necessário controlar a altura do colchão. Se estiver muito alto, ele pode escalar o berço pela grade e cair.
CRESCER - Que outras medidas têm de ser tomadas para adaptar a casa?
Alessandra Françoia -
É preciso fazer uma avaliação rigorosa da casa, pois todos os cômodos podem apresentar riscos em potencial. Na sala e nos quartos, por exemplo, os móveis não devem ser posicionados perto de janelas. Fios, sejam de persianas ou de eletrodomésticos, têm de ser menor do que 15 cm a fim de evitar enforcamentos. É preciso colocar grades nas janelas se a família viver em apartamento, pois os pequenos aprendem a escalar os móveis muito cedo. Se houver escadas, convém instalar portões no topo e na base. Protetores de tomadas e cantoneiras também são úteis, há várias marcas de qualidade em lojas infantis. Plantas ornamentais também são tóxicas, por isso, vale checar se as que a família tem em casa são seguras. Por último, os pais têm de tirar pequenos objetos do alcance da criança. Tudo o que couber numa caixa de filme fotográfico (que tem a largura da garganta), deve ser retirado.
CRESCER - Não basta apenas ensinar a criança a não tocar no que não deve?
Alessandra Françoia -
Não é o suficiente. As crianças não entendem os riscos, são impulsivas e curiosas. Além de todos os cuidados que citei, precisam de supervisão constante. 

Texto retirado daqui.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

20 Formas Estimulantes de Brincar com um Bebê


Quem já não teve aquela sensação estranha de que não tem a menor ideia do que fazer com o bebê uma vez que ele esteja bem alimentado, limpinho e descansado! Tudo bem, o básico de manter um recém-nascido vivo até que foi aprendido, mas o que fazer agora com aquele serzinho que fica com o olhar meio perdido e não demonstra ainda nenhum interesse em nossos esforços de cantar ou balançar brinquedos? E que, só para quebrar a monotonia, de vez em quando solta um choro bem sentido?

É certo que bebês pequenos interagem pouco, mas isso não quer dizer que brincar com eles não seja importante. Desde o primeiro dia em casa, seu filho vai estar ligado em tudo que acontece a seu redor, mesmo que não pareça. Conexões estão sendo feitas no cérebro dele e informações, decodificadas e categorizadas o tempo todo.

As brincadeiras servem para encaixar tudo isso como se fosse um quebra-cabeça e serão fundamentais para o desenvolvimento social, emocional, físico e cognitivo do seu filho à medida que ele crescer.

As interações têm também a vantagem de aproximar pais e filhos e de tornar os momentos que passam juntos mais prazerosos. Vale lembrar ainda: quanto mais ele ri, menos chora!

Outra coisa importante para ter em mente é que repetição é a chave do sucesso. Muitas brincadeiras não surtirão efeito algum da primeira vez que você tentar, porém, se insistir, o bebê vai acabar dando risada só de perceber que você pegou um determinado brinquedo.

O nível de atenção varia bastante, dependendo da idade da criança, do temperamento e até do humor do momento. Às vezes ele vai ficar envolvido em uma atividade por até 20 minutos, mas o mais comum é que a brincadeira precise mudar a cada cinco minutos, mais ou menos.

Você perceberá que ele está entretido se ficar virado para você, sorrindo, gargalhando ou dando aqueles gritinhos de alegria. Quando começar a se virar para o outro lado, chorar ou mostrar sinais de impaciência, é hora de algo novo.

Alguns bebês ficam excitados além da conta com mais facilidade, por isso se o seu começar a chorar durante a brincadeira, não se decepcione. Pense em atividades mais tranquilas, como contar histórias, ouvir música ou até um intervalinho para uma mamada ou uma volta de carrinho.

Saiba ainda que nem toda criança vai gostar de uma brincadeira só porque é apropriada para a sua idade. Não deixe que esse tipo de coisa suscite aqueles pensamentos "Nossa, meu filho não está tentando pegar o bloquinho como deveria, então deve ter algo errado com ele!". Provavelmente não há.

É muito comum que uma criança demore mais que as outras para alcançar um determinado marco de desenvolvimento e seja mais rápida em outro. Dito isso, é claro que, se você realmente suspeitar de algum atraso, confie nos seus instintos e não deixe de mencionar para o pediatra na próxima consulta.

Recém-nascido a 3 meses
Para muitos pais e mães de primeira viagem, um recém-nascido pode até parecer nada mais que uma máquina de fazer cocô e de chorar. No máximo, uma criaturinha que passa a maior parte do tempo deitada inerte. Então não tem jeito mesmo de se conectar a esse ser e até se divertir com ele?

Tem sim. A melhor estratégia para isso é aguçar os sentidos do seu filho: através do toque, da visão (lembrando que ele ainda não enxerga muito bem), do olfato e da audição. O paladar fica para um pouco mais tarde, quando a variedade de sabores entrar na vida dele.

Observação: Seja paciente e contenha suas expectativas, porque poderá levar um tempinho para o bebê responder a seus estímulos, se responder. O máximo que você pode fazer é continuar tentando ou esperar para que ele esteja um pouco mais acordado para querer brincar.

Dois pra lá, dois pra cá
Naquele finalzinho de tarde melancólico, em que ele invariavelmente abre o berreiro, sempre na mesma hora, como se fosse relógio, experimente colocar uma música bem gostosa (só não exagere nas batidas e no volume), segurá-lo nos seus braços e dançar juntinho pela casa.

Vá com calma e comece com movimentos mais suaves, não se esquecendo de apoiar o pescoço do neném e de não sacudi-lo. Quando seus braços cansarem, deite o bebê de modo que possa acompanhar você e mantenha os passos.

Movimentos exagerados e engraçados, como rebolar ou balançar braços para cima e para baixo, são especialmente cativantes para crianças pequenas.

Olha que legal!
A maior parte das brincadeiras desta fase consiste em mostrar coisas para o seu filho. Vale qualquer objeto da casa que não corte, queime ou possa ser engolido. Bebês adoram colheres, espátulas, tampas, embalagens de margarina ou xampu vazias e lavadas, almofadas aveludadas, caixinhas de presente e paninhos.

Tenha uma "caixa secreta" de itens interessantes por perto para, de repente, tirar alguma surpresa de lá como se fosse mágica. Segure o objeto a cerca de 30 centímetros de distância do bebê e encare-o com encantamento para mostrar como isso funciona para seu filho. "Nossa, olha que incrível como essa caixa abre e fecha!".

No que diz respeito a livros, não espere que uma criança tão pequena realmente entenda do que se tratam. Mas o ritmo da sua voz e a sua companhia, além de estímulos visuais, costumam ser apreciados pelos pequenininhos. Você vai saber se ele está gostando da atividade se ficar atento e quietinho enquanto você vira páginas e aponta para formas e ilustrações coloridas.

Os bebês não costumam prestar atenção por muito tempo e quando ficam um pouco mais velhos começam a pegar os livros da sua mão e fechá-los. Não estranhe, porque isso faz parte do desenvolvimento. O que conta para eles é a interação com você, não a história em si.

O que é isso em cima da minha cabeça?
Você logo vai perceber como dá para se divertir achando tesouros na sua própria casa, sem ter que sair por aí gastando dinheiro. Veja a seguir três ideias para começar:

• amarre ou cole fitas ou tecido em uma colher de pau e suavemente passe por cima e na frente do rosto do bebê.

• pegue um lenço mais sedoso e balance-o pelo ar, deixando-o pousar na cabeça do bebê.

• enrole um brinquedo pequeno em um daqueles elásticos mais molinhos e lance-o para baixo e de volta às suas mãos, como se fosse ioiô, falando "Boing! Boing!" toda vez que descer.

Observação: Nunca deixe uma criança sozinha com fitas e laços, porque eles podem facilmente ficar enrolados no pescoço ou ser colocados na boca.

Solte a voz
A sua voz é um susto? Não tem o menor problema, porque seu filho não sabe disso e tudo que sai da sua boca é música para os ouvidos dele.

Caso ainda não tenha feito isso, é hora de reaprender alguns clássicos do repertório infantil, como "Boi, boi, boi, boi da cara preta…", "Ciranda, cirandinha…", "Como pode um peixe vivo viver fora…", "A canoa virou…" e "A dona aranha subiu pela parede…". Se não conseguir se lembrar das letras, faça uma busca na Internet.

Procure fazer vozes diferentes, mudar o tom, cantar mais baixinho e, de repente, mais alto, incluir o nome do bebê na música. Acrescente objetos ao número musical, como um fantoche ou até uma meia colocada em cima da sua mão fechada.

Pode ser que a princípio tudo pareça meio bobo, mas, à medida que você perceber o quanto seu filho gosta de ouvir você cantar, isso passa. A verdade é: acostume-se a cantar, porque a música tende a ser parte essencial da infância e do aprendizado das crianças.

4 a 6 meses
Nesta idade, o bebê começa a ficar bem mais ativo, ao aprender a virar de um lado para o outro e a se sentar. Outra novidade é a habilidade de segurar, manipular e levar objetos à boca, algo que o ocupará por horas a fio e exigirá atenção redobrada da sua parte.

As crianças passam também a responder melhor às tentativas de entretê-las, soltando gritinhos de alegria e olhando os pais nos olhos.

Bolinhas de sabão
Elas são simplesmente irresistíveis, e agora a visão do seu filho já o permite acompanhá-las a uma maior distância. No meio de uma crise de choro, procure uma área externa e comece a assoprar as bolinhas só para ver o que acontece: as lágrimas param na hora. E se puder ir a um local onde crianças maiores estejam brincando, melhor ainda. Elas virão correndo para olhar as bolhas também e acabarão entretendo o bebê só com sua presença. Outra vantagem é que esse é um brinquedo fácil de transportar e barato.

Vou te pegar!
Não há criança no mundo que resista à ameaça de um monte de beijos, abraços e cócegas. É só dizer: "Júlia: estou vendo você sentadinha aí... Acho que vou aí te pegar e te encher de beijinhos. Vou te pegar! Vou te pegar! Te peguei!". Faça então o prometido e veja só que gargalhadas gostosas vai receber.

Você pode também ameaçar de "comer" pés, mãos e barriga, outro sucesso garantido. Quando seu filho for mais velho, modifique um pouco a brincadeira, acrescentando uma corrida de pega-pega pela casa (aliás, essa brincadeira é uma maravilha de fazer quando você está atrasada e ele "emperra" que não quer sair de jeito nenhum -- é só começar com um "Cuidado que eu vou te pegar…" em direção à porta).

Dedo mindinho, seu vizinho…
Pegue delicadamente cada dedinho do seu filho e vá dizendo o famoso "dedo mindinho, seu vizinho, pai de todos, fura-bolos e mata piolhos", terminando com seus dedos da mão escorregando para a barriga dele, em uma coceguinha gostosa.

Há também a versão para os dedos dos pés, começando pelo dedão: "Este porquinho foi ao mercado; este porquinho ficou em casa; este porquinho comeu carne assada; para este porquinho, não sobrou nada. E este porquinho aqui veio gritando ... (e aí é a hora de subir com seus dedos até a barriga, para fazer cócegas) até chegar em casa".

Esse tipo de brincadeira é muito útil na hora de colocar meias e sapatos ou de distrair a criança para trocar a fralda sem muito vira-vira.

De barriga para baixo
É bem possível que seu pediatra já esteja aconselhando a colocar o bebê de bruços no chão (em cima de uma toalha mais felpuda ou um edredom), mesmo se ele reclamar um pouco, já que a posição é mais cansativa.

Ajude-o a se divertir com isso deitando-se também no chão de barriga para baixo e fazendo um olho-no-olho. Depois, vire-o devagarzinho de um lado para o outro fazendo algum som engraçado (pode até ser um simples "Opa" a cada virada) para incrementar a atividade.

Bebê voador
Agora que a cabeça está mais firme, já dá para brincar de aviãozinho ou de foguete, fazendo o bebê "voar" na horizontal, deitado e bem apoiado entre seus braços (papais costumam ser craques nessa brincadeira). Uma variação é brincar de elevador: você segura o bebê no colo e sobe e desce em direção ao chão com ele, contando os andares ao mesmo tempo (a menos que esteja em excelente forma física, você não precisa se agachar até o chão!).

7 a 9 meses
Seu filho já é quase um especialista em se sentar e logo logo estará engatinhando por aí. Encha-o de elogios a cada conquista, mesmo após os inevitáveis tombos. "Lucas, olha só como você consegue sentar bonito!". Bebês adoram palmas como parte do elogio.

Outra coisa que faz cada vez melhor é passar objetos de uma mão para a outra e segurá-los. Além do mais, ele começa a entender que, se um brinquedo não está à vista, isso não quer dizer que sumiu para toda a eternidade. Aproveite para brincar bastante de esconder o rosto atrás das mãos perguntando "Onde está a mamãe?" e depois abri-las dizendo "Achou!".

Pega, segura e bate
Se ele tiver um só brinquedo na mão, vai tentar batê-lo na mesa sem parar. Se tiver dois, vai tentar bater um no outro, segurá-los contra a luz para ver o efeito, batê-los separadamente e depois junto na mesa, transferi-los de uma mão para a outra, enfim, uma infinidade de combinações.

Para ajudar, tenha sempre por perto itens que fazem sons interessantes, como embalagens plásticas vazias, colheres de metal, sinos e chocalhos.

No controle
Bebês adoram observar situações de causa e efeito, como quando percebem que, se apertam um botão, a luz se acende. É estimulante para eles, mas pode dar muito trabalho para você ter que aguentar o tempo todo a insistência de ser pego no colo mil vezes para acender e apagar luzes.

Para evitar conflito, tente oferecer um telefone de brinquedo a fim de saciar a vontade dele de controlar as coisas. Outra alternativa é deixar de propósito, em alguma gaveta ou armário mais baixo, itens seguros que possam ser "encontrados" e manipulados sem risco. Não deixe de verificar antes se não há mesmo nenhum pedaço de madeira ou outro acabamento se soltando que possa machucar o bebê.

Corrida de obstáculos
Se o seu filho estiver engatinhando, se arrastando de bumbum ou até, se for apressado, dando os primeiros passinhos, incremente a experiência com muitos obstáculos no meio do caminho para ele tirar da frente -- algo que é ótimo também para aprimorar as habilidades motoras da criança. Valem almofadas, revistas velhas e até pais cansados! Só não use animais domésticos, porque o bebê pode machucá-los sem querer.

Rola a bola
Crianças pequenas são apaixonadas por bolas e pelo jeito como elas se movimentam. Experimente só jogar uma bola bem grande para cima e deixá-la cair no chão como se não tivesse conseguido pegá-la a tempo.

Outra forma divertida de brincar com bolas é escolher uma de plástico molinho ou tecido e jogá-la na direção do bebê. Aos poucos, ele vai aprender a pegá-la e jogar de volta para você. Por enquanto, nada de chutes ou cestas.

10 a 12 meses
Seu bebê já não é mais aquela coisinha frágil de outros tempos e, a cada dia que passa, aprende novidades mais depressa e precisa passar mais tempo no chão, para explorar o mundo. Nesta fase, atividades que estimulem o desenvolvimento motor, como ficar de pé, empurrar e tentar subir, são importantíssimas.

Arruma e desarruma
Agora que a criança está descobrindo a conexão entre objetos do mundo, ela vai gostar de empilhar bloquinhos, colocar cubos em uma determinada ordem (que pode não fazer nenhum sentido para você) ou encher e esvaziar caixas com peças menores (fique sempre se olho para que não sejam pequenas demais e possam ir parar na boca).

Dê a seu filho uma caixa de sapato fácil de abrir e mostre como dá para colocar várias coisas lá dentro e tirar tudo depois. Em um dia mais quente, procure uma sombra gostosa e leve potes pequenos de plástico para ele encher e esvaziar com água.

Tudo por um brinquedo
Uma vez que seu filho já fique de pé, coloque-o em uma ponta do sofá e na outra um brinquedo daqueles bem queridos, para que tenha que chegar do outro lado para alcançá-lo. Talvez você tenha que mostrar como funciona essa brincadeira, deixando algo seu lá e se arrastando de joelhos para pegar. Aumente a distância quando perceber que ficou fácil demais, mas não comece com um percurso muito difícil, porque isso pode frustrá-lo, fazendo-o desistir.

Seu mestre mandou…
Faça um barulho estranho e olhe para o bebê para ver se ele imita você. Pode ser que sim ou pode ser que resolva fazer seu próprio som engraçado, e aí será a sua vez de imitar ou de criar de novo algo diferente.

E não se limite só a sons. Faça caretas ou movimentos e veja só o que acontece. Aproveite algum gesto inesperado do seu filho e o repita para mostrar como você sabe fazer como ele, o que o deixará superfeliz.

Hora do banho
Nenhuma criança desta idade se contenta mais em simplesmente sentar na banheira e ser lavada. Bebês mais velhos querem ficar de pé, jogar água para todos os lados, pegar seu cabelo, amassar o sabonete ou o recipiente de xampu.

O melhor jeito de não transformar a hora do banho em uma loucura para você é ter muitos brinquedos para distrair seu filho na água. E isso não quer dizer ter que sair para comprar. Com certeza na sua própria cozinha há uma série de potes e embalagens plásticas que podem servir perfeitamente para brincar, é só procurar e testar para ver o que dá certo.

Depois do banho, lave e enxágue bem os "brinquedos" e deixe-os secando no escorredor de louça.

Atenção: Nunca deixe um bebê brincando sozinho, nem por um segundo, na banheira.
 
Escrito para o BabyCenter Brasil